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Centro de Formação Artística

Em 2026 contam-se 14 anos de atividade do Centro de Formação Artística, um projeto pluridisciplinar de cruzamento entre educação e práticas artísticas, estruturado a partir do Teatro da Voz, com direção artística/ pedagógica de Sílvia Real, e coordenação e mediação de Susana Martins. Directa ou indiretamente, já é difícil aferir o número de crianças e jovens, educadoras/es, professoras/es e artistas que, ao longo dos anos, se têm envolvido nas dinâmicas e actividades dirigidas às comunidades escolares do território de proximidade, através do CFA. 

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Desde 2017, introduzimos no programa curricular do primeiro ciclo do ensino básico da Escola da Graça - A Voz do Operário, e posteriormente também no pré-escolar e no segundo ciclo, um programa de aulas de educação artística e pensamento crítico, realizadas em sala de aula ou no estúdio do Teatro da Voz, entre as quais se contam propostas de movimento, dança-teatro, teatro, som, filosofia e direitos humanos, oficinas e workshops de pintura mural, artes plásticas, percussão corporal, entre outras. Este conjunto de propostas diversificadas tem beneficiado não só as crianças e jovens da Escola da Graça VO, bem como várias turmas do Agrupamento de Escolas Gil Vicente (Escola Básica do Castelo, Escola Básica de Santa Clara, Escola Básica e Secundária Gil Vicente), e mais recentemente também a Escola Básica Nuno Gonçalves.
 

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Paralelamente, há vários anos que o Teatro da Voz acolhe em horário extracurricular, aulas regulares dirigidas à comunidade escolar, através das quais as crianças podem contactar com diversas linguagens artísticas, da dança à percussão, passando pela filosofia e o teatro.


Para além das atividades desenvolvidas com os mais novos nas escolas e no Teatro da Voz, o CFA desenvolveu formação para professoras/es na área dos direitos humanos, com a formadora Simone Andrade. Ainda na área das práticas artísticas com a comunidade, o Teatro da Voz acolhe a atividade regular do projeto PULSAR do músico Marco Santos, incluindo aulas semanais deste projeto para pessoas adultas. 

A partir da ideia de comunidade de investigação como um valor primordial da educação, o CFA mantém a intenção que lhe deu origem: criar condições e promover espaços de diálogo através das artes, envolvendo crianças, famílias, educadoras/es, professoras/es e artistas na comunidade.

Mais recentemente, de forma pontual, o projeto tem vindo a conectar-se também com as pessoas utentes do Centro de Convívio A Voz do Operário, o que permite valorizar a dimensão intergeracional que está na origem do CFA, e promover a inclusão social. Nesta vertente, ao longo do tempo, a equipa CFA tem integrado em contexto de estágio curricular e/ou colaborações a tempo parcial, pessoas jovens com necessidades específicas e em risco de exclusão, residentes no território de proximidade.

Entre artistas, formadoras/es e mediadoras/es, que têm colaborado com o CFA ao longo dos anos, destacamos os contributos de: Ana Bacalhau, Adriana Melo, Ângela Guerreiro, António Simão, Beatriz Dias, Bruna Carvalho, Bruno Alexandre, Bruno Canas, Bruno Cochat, Fernando Baggio, Filipe Baracho, Joana Saraiva, Laura Monteiro, Lua Areal, Marta Cerqueira, Magnum Soares, Mariana Ramos, Marco Santos, Marina Nabais, Mário Afonso, Rita Roberto, Rosinda Costa, Rúben Santos, Sandro Martins, Sílvia Real, Simão Costa, Simone Andrade, Vânia Cruz. 

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A associação cultural Produções Real Pelágio foi fundada em 1997 por Sílvia Real e Sérgio Pelágio, está sediada em Lisboa, e promove a criação e formação artística e a educação pelas artes. É uma estrutura financiada por

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Apoio à divulgação:

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