Riff Out

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cd em Bandcamp

FICHA TÉCNICA

 

Composição e guitarra elétrica Sérgio Pelágio
Contrabaixo/baixo elétrico Mário Franco 
Bateria Alexandre Frazão
Percussão Iúri Oliveira 
Saxofones alto e tenor

Tomás Marques
Voz Filipa Franco

Gravado por André Tavares

no Slow Music Studios (3-4 de Agosto 2022)
Misturado e masterizado por André Tavares no AT - Studio


Desenho da capa Sofia Pelágio
Projeto gráfico

Carlos Bártolo/Sérgio Pelágio
Coordenação Sofia Afonso
Produção executiva

Rodolfo Freitas
Comunicação

Susana Ribeiro Martins


Apoios Direção Geral das Artes - Ministério da Cultura da República Portuguesa,

A Voz do Operário, Antena 2

RIFF OUT é o novo trabalho discográfico de Sérgio Pelágio (guitarra eléctrica/composição), numa edição Produções Real Pelágio que marca o encontro de Pelágio com os companheiros de longa data Mário Franco (contrabaixo/baixo elétrico) e Alexandre Frazão (bateria), aos quais se junta Iúri Oliveira (percussão) e dois novos valores do jazz nacional Tomás Marques (saxofones alto e tenor) e Filipa Franco (voz).

 

RIFF OUT é um disco que reflete a diversidade de vertentes que compõem o trabalho de Sérgio Pelágio, do jazz à composição para dança passando pela música original para contos narrados das Histórias Magnéticas, temas por gravar da sua antiga banda Idefix, temas novos, e muitas dedicatórias, algumas a pessoas que já nos deixaram. A arte da capa é da autoria de Sofia Pelágio, que com 9 anos, imaginou e desenhou um monstro de tons garridos que acabaria por se revelar uma das fontes de inspiração para este trabalho. 


A estreia de RIFF OUT na sua formação quarteto ao vivo decorreu no Teatro Municipal da Covilhã, no passado dia 21 de outubro, no âmbito do 20.º aniversário da Quarta Parede. No seu primeiro contacto com o público, o álbum mereceu reações muito animadoras, e a digressão já começa a desenhar-se.

"Um riff é uma pequena frase, um motivo musical forte, que acaba por se transformar num padrão e que é depois replicado entre os músicos numa composição ou nos seus solos improvisados. Antes de existirem escolas de Jazz, era frequente os músicos começarem por aprender o seu instrumento através de riffs que iam colecionando, adaptando e transformando à sua medida. 

Riff Out foi uma expressão que ouvi uma vez no sentido musical de frasear livremente, da pessoa que toca “se soltar”, estar a “dar tudo o que tem”.

Gostei, guardei e agora achei que era um bom título para este trabalho no qual bastantes temas assentam em riffs meus que fui escrevendo ao longo do tempo, sobretudo para o contrabaixo, e que constituem a base melódica, harmónica e rítmica de tudo o resto.

O desenho do monstro faz parte de uma série desenhada pela minha filha Sofia e foi a inspiração visual para a composição sonora. Olho para ele e vejo as nossas entranhas viradas para fora (= out) e também figuras explosivas, festivas e altamente sugestivas.

Este trabalho tem um “sotaque” americano que remete para a minha passagem por NY nos anos 80 do séc. XX. Ao mesmo tempo que vamos envelhecendo vamos percepcionando melhor a ideia circular da vida, de ciclos que se vão fechando e adquirindo pleno sentido. Quando conseguimos captar isso, é importante e muito divertido."

Sérgio Pelágio

"O regresso de Sérgio Pelágio ao jazz é sempre motivo de júbilo. Trinta anos (trinta anos!) depois de com o seu projeto Idefix ter editado “Idefix Live (at Hot Clube de Portugal)”, o guitarrista e compositor lisboeta está de volta aos discos de jazz em nome próprio com “Riff Out”. [...]

Álbum sóbrio e mundividente, “Riff Out” é o ótimo regresso de Sérgio Pelágio aos discos de jazz. Queremo-lo por cá mais vezes."

leia a crítica completa de António Branco em JAZZ.PT  (05.11.2022)