Vácuo
Às vezes escrevo poemas mas rapidamente os destruo.
Este espetáculo é a minha tentativa de “escrever” através da dança, da música e da reconstrução de um espaço.
Vácuo partiu de um exercício ao longo de dois anos sobre a ideia de subtração. Subtrair o máximo que conseguir e ver o que acontece.
Novamente a solo. Acompanhada pela banda sonora da autoria da minha filha Sofia. Um caminho a duas vozes que “pretende tocar o pequeno, o imediato, o ínfimo infinito que os olhos contemplam, ali mesmo, ao alcance da mão." *
Sílvia Real
junho 2026
* in O Japão no feminino II – Haiku. Poesia dos séculos XVII a XX (Introdução), organização e versão portuguesa de Luísa Freire

Produções Real Pelágio, 2026
FECHA TÉCNICA
Direção artística e Interpretação
Sílvia Real
Composição musical e Interpretação
Sofia Pelágio
Apoio musical
Sérgio Pelágio e Ana Sofia Sequeira
Apoio dramatúrgico Sérgio Pelágio
Espaço cénico
Tiago Cadete e Sílvia Real
Desenho de luz
Tiago Cadete
Vídeo
Gonçalo Pina
Produção Executiva Mariana Dias
Gestão e Administração Gonçalo Pina Comunicação
Susana Martins
Coprodução
Câmara Municipal
de Castelo Branco
casa Branca, Lagos
Residência artística Teatro da Voz
ESTREIA
Castelo Branco
Festival
Cine-Teatro Avenida
13 de novembro de 2026
Lisboa
Teatro Municipal São Luiz
28 a 31 de janeiro de 2027
